Tanto, tanto te amei
Que hoje entendi:
Não tenho mais forçar pra te amar.
Logo hoje, que ironia
Quando em meu céu sem nuvens
Todo o azul era o prenúncio
Da suprema declaração
(Olhos nos olhos)
De te querer.
Que discrepância,
Tanto ensaiei
Minha fala...
Mas minha voz que ora cala
Sepulta tantos versos
Declarando submersos - em minh'alma -
Os planos que um dia fiz pra nós.
Tanto, tanto sonhei,
Que não vivi. E agora sei
Que essa estrada chega ao fim
Trazendo a saudade sufocante
Do nosso instante
Que jamais houve
E se perdeu
Anjo, 25 de abril de 2008, 23h30.
E lá se vão dois (inexistentes) anos...
Hello world!
Há um ano
