terça-feira, 29 de julho de 2008

Saudade da minha casinha

Hoje bateu aqueeeeela saudade. Ai, ai... Fiquei viajando nos projetos de decoração, coisas que quero fazer pra deixar meu apê cada vez mais lindo, colorido e com a minha cara. Na verdade, sempre achei que todo mundo precisa aprender a ser só para ser boa companhia. Mas nunca pensei que ia gostar tanto de morar sozinha. O melhor de morar só é poder andar na casa de qualquer jeito, acordar em um espaço silencioso, iluminado, feliz e só seu. O pior de morar só é voltar pra casa e não ser recebida com um abraço apertado ou um beijo estalado. Eu, que fui criada numa "casa da mãe Joana", casa de todo mundo, sempre cheia, sinto falta, às vezes, do movimento. Mas procuro compensar essa falta com a visita dos amigos. Adoro receber as pessoas em minha casa. Adoro quando alguém liga dizendo: "Poxa, estou passando aqui perto... Tá em casa?". Mas tudo temporário, de passagem, no máximo por uns dias. Porque estou convencida de que meu apêzinho tem o meu tamanho. Ops! Mas esse é outro assunto que é melhor deixar pra lá. Porque vai ter gente dizendo que é indireta, que sou marrenta, que blá blá blá... Então, faz de conta que NÃO tenho dito! (Risos!)

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Valeu a pena!

Uma índia, um urso, uma meiga senhorita... uma mulambada... uma Iracema e um morro careca... um sentimento leve... uma mágica doida... uma grande amizade.

É, sempre vale!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

E pra matar a saudade...

...lá vem de novo esse bloquinho, mexendo com os sentidos, com o coração e com os quadris.

(Outra mensagem programada. Mas agora porque estou perto, bem perto... Ops! Segredo!)

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Os pensamentos sendo disparados a esmo

Digo ou não digo, fico ou não fico, tento ou não tento? Por que ontem eu não estava a fim e hoje estou tão apaixonada, como estarei raciocinando daqui a duas horas, em linha reta ou por vias tortas? Que controle tenho eu sobre o que ainda não me aconteceu? E sobre o já acontecido, que segurança posso ter de que minha memória seja justa, de que minhas lembranças não tenham sido corrompidas? Quero e não quero a mesma coisa tantas vezes ao dia, alterno o sim e o não intimamente, tenho dúvidas impublicáveis...

É de pirar! (Risos!)


P.S.: Martha Medeiros, certo?

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Já que de Vinicius falamos...

De repente do riso fez-se o pranto,
silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento,
Que dos olhos desfez a última chama,
E da paixão fez-se o pressentimento,
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente não mais que de repente,
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo, o distante,
Fez-se da vida uma aventura errante,
De repente não mais que de repente.

sábado, 12 de julho de 2008

Desacato

Inofensivo aquele amor
Que nem sequer se aconchegou
Já morreu.

Quem destratou a ilusão
Quem freqüentou meu coração
Não fui eu.

Não adianta me envolver
Nas artimanhas que você
Preparou.

E vá tratando de esquecer
Leve os breguetes com você
Me zangou.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Complicação tão fácil de entender

Quando um certo alguém
Desperta o sentimento
É melhor não resistir
E se entregar...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Que o pecado morava ao lado eles sabiam.

Só não sabiam que, sorrateiro, pudesse invadi-los pelas janelas distraídas. Sobressalto.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Legião dos Desesperados

Por esta verdade eu berro e não corro entre o bem e o mal nem todo cachorro é um policial, mas tem policial que é um cachorro. Socorro!

E o que é que a gente faz com ele? Tira a farda dele?

(Inspiração in Rap)

Mea Culpa

Inverdade, invaidade
Invontade, invade.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Para Marcus James

Obrigada pela tentativa
de adiar o inevitável.
Seria tudo bem mais simples
se eu soubesse o que faço.
Mas, na verdade, caro amigo,
esqueço sempre esse detalhe.