terça-feira, 26 de agosto de 2008

Sempre e em qualquer lugar do mundo

Sabe aquilo de momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis? Pois é... Assim surgiu uma Índia em minha vida. Tão pouco tempo mas tanta intensidade, que agora ela está partindo mas deixando meu coração preenchido com a certeza de que nossa amizade é pra sempre.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Voltando!

Regular a imaginação pela realidade... E ver como são as coisas em vez de pensar em como pode ser.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Shakespeareando

"... E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam..."

Ah, se aprende...

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Fácil de explicar

Eu estava enjoada da cara do meu carro, então resolvi jogá-lo na traseira de um caminhão pra mudar um pouco.

Uma saudade assim...

que às vezes até se esquece
mas de repente reaparece
com tanta leveza
e a gente se pega pensando
como seria se o tempo voltasse

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Ela voltou

Finalmente ela acordou daquele sono profundo. Muitos sonhos (alguns bons, outros nem tanto) que lhe fizeram crescer para poder seguir criança. Eis que o efeito da maçã passou. Ela foi até a janela, abriu os braços, respirou fundo e pensou o quanto era bom estar ali. O dia estava lindo. Ah, aquela paz... Sim, felicidade voltou.

Despedindo...

Adoro quando encontro pessoas que me fazem rir a noite inteira. E fica melhor ainda quando é no friozinho da serra, com uma garrafa de vinho e um maravilhoso café colonial.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Vê se eu aguento

Meu telefone tocou, um número que eu não conhecia. Do outro lado da linha, minha sobrinha de 6 anos:

- Oi tia, é só pra você saber o número do meu telefone. Meu pai que me deu, aquele fininho. Mas liga pra mim pra não gastar meus créditos.

Precisava ver o jeito dela falando. 6 anos! Uma figuraça... E como a bicha é desenrolada, não podia perder tempo:

- Ah, tia. Você já tá voltando e você disse que ia trazer um presente, aí eu disse que queria a Polly mas eu tava vendo aqui na televisão e agora eu quero a Barbie Butterfly...

Ai meu bolso!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Desejo

Tudo e todos conspirando contra, mas eu não ia conseguir dormir sem comer sushi. Ufa!

Novo dia, nova história

Flor Serena vai embora
Mil jardins pra enfeitar

Quem manda essa vida ser tão dinâmica?

Às vezes até eu me surpreendo com essas minhas variações de querer. (risos!) Eu ando abusando tão fácil as coisas. Mas é que eu não gosto de nada muito difícil. Pra mim tem quer ser facin, facin... (mais risos!) Ah, tá bom... Eu sei que eu sempre digo que o ser humano gosta do desprezo. Mas eu sou uma exceção à regra. Fazer o quê? E essa vontade de ficar que resolveu aparecer agora? Ai, ai... "Ontonte" mesmo eu tava doidinha pra ir embora, com abuso de tudo. Vai entender! Mas deixa eu ir, pelamordedeus! Chega de complicações... (muitos risos!)

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Mitologia nordestina

Nessa minha vida de estudante, cá estou eu buscando novas possibilidades de se ler o sertão, recorrendo a arquétipos e elementos da cultura popular, ainda perdida entre personagens míticos como Zé das Cobras e Cabo Tenório, tentando me inspirar em músicas de Jackson do Pandeiro e Jesuíno Cruz, encantada com a revelação das agruras do espaço físico, geográfico, das secas e cheias, de rios efêmeros e fomes perenes, do ambiente político com seus coronéis e padres, do poder paralelo dos cangaceiros e das mortes por vingança, do enxoval do vaqueiro e das festas populares, dos cabarés e das umbigadas, da ginga da peixeira e das aventuras dos forrozeiros, do amor putânico e do rala-coxa, precisando da ajuda dos amigos.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Entrego os meus medos de presente para a tua vida.

Toma conta deles porque de tão grandes já não cabem mais em mim.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

um muito de resto, um tanto de falta e espera.

no desaparecimento do sentir, eles já não se falavam. não se gastavam em tão bonito gesto. compartilharam o fim dos tempos na comunhão do pesar. quando se dirigiram às suas novas (velhas) casas, experimentaram o clichê de imaginar a vida inteira que, por algumas palavras, deixou de nascer.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Me deixa, que hoje eu tô de bobeira...

Pode avisar, pode avisar
Invente uma doença que me
Deixe em casa pra sonhar
Com o novo enredo outro dia de folia
Eu ia explodir, eu ia explodir
Mas eles não vão ver os meus pedaços por aí
Hoje eu desafio o mundo
Sem sair da minha casa
Hoje eu sou um homem mais sincero
E mais justo comigo
Podem os homens vir que
Não vão me abalar
Os cães farejam o medo,
Logo não vão me encontrar
Não se trata de coragem
Mas meus olhos estão distantes
Me camuflam na paisagem
Dando um tempo,
Pra cantar

terça-feira, 29 de julho de 2008

Saudade da minha casinha

Hoje bateu aqueeeeela saudade. Ai, ai... Fiquei viajando nos projetos de decoração, coisas que quero fazer pra deixar meu apê cada vez mais lindo, colorido e com a minha cara. Na verdade, sempre achei que todo mundo precisa aprender a ser só para ser boa companhia. Mas nunca pensei que ia gostar tanto de morar sozinha. O melhor de morar só é poder andar na casa de qualquer jeito, acordar em um espaço silencioso, iluminado, feliz e só seu. O pior de morar só é voltar pra casa e não ser recebida com um abraço apertado ou um beijo estalado. Eu, que fui criada numa "casa da mãe Joana", casa de todo mundo, sempre cheia, sinto falta, às vezes, do movimento. Mas procuro compensar essa falta com a visita dos amigos. Adoro receber as pessoas em minha casa. Adoro quando alguém liga dizendo: "Poxa, estou passando aqui perto... Tá em casa?". Mas tudo temporário, de passagem, no máximo por uns dias. Porque estou convencida de que meu apêzinho tem o meu tamanho. Ops! Mas esse é outro assunto que é melhor deixar pra lá. Porque vai ter gente dizendo que é indireta, que sou marrenta, que blá blá blá... Então, faz de conta que NÃO tenho dito! (Risos!)

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Valeu a pena!

Uma índia, um urso, uma meiga senhorita... uma mulambada... uma Iracema e um morro careca... um sentimento leve... uma mágica doida... uma grande amizade.

É, sempre vale!