domingo, 16 de março de 2008

E eu digo calma alma minha, calminha! Você tem muito que aprender...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Sorte do dia: Seu destino mudou completamente hoje.

Ai, ai, ai... Olha o orkut acertando de novo.

Uma simples elegia

Caminhozinho por onde eu ia andando
E de repente te sumiste
- o que seria que te aconteceu?

Eu sei... o tempo... as ervas más... a vida...

Não, não foi a morte que acabou contigo:

Foi a vida.

Ah, nunca a vida fez uma história mais triste
Que a de um caminho que se perdeu...

terça-feira, 11 de março de 2008

Buongiorno, signore.

Ha qualcosa da dichiarare? Per favore, mi faccia vedere... Qualche dubbio? Nessun dubbio!

Todo começo é assim... Empolgação total!

quarta-feira, 5 de março de 2008

(...)

Choveu muito durante todo o fim de semana. Mas toda aquela água serviu para lavar a casa inteira, retirando a sujeira dos lugares mais escondidos. E na manhã seguinte, abri a janela. O sol estava lá.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Presente de Marizinha

Se chamares experiências às tuas dificuldades e recordares que cada experiência te ajuda a amadurecer, vais crescer vigoroso e feliz, não importa quão adversas pareçam as circunstâncias.

Ela que tem sido um grande presente em minha vida.

Somos nós que fazemos a vida

Como der ou puder ou quiser...

Hoje parece que todas as lendas vivas de minha vida resolveram reaparecer. Até parece que adivinham, que foi combinado. Ai, ai... Mas apesar de algumas furadas, não vou negar que estou gostando. Alimenta o ego e reanima. Os amigos também têm sido fundamentais. Os mais próximos e os mais distantes. Depois de um fim de semana horrível, vejo que existe realmente um mundo que só quer me ver sorrir. Porque tudo passa. Sempre passa... E estou feliz novamente.

domingo, 2 de março de 2008

Por José Maria de Souza Viriato

Sou neto do infinito,
Do átomo sou espírito,
Sou processo da gravidade,
Filho da fotossíntese,
O elo sacro da eternidade.

Minha amiga querida, que a ida repentina dele nos sirva de lição para vivermos mais intensamente. Não desanime. Com o tempo, tudo toma uma forma menos intensa. Estou com você, sempre e em qualquer lugar do mundo.
Até chegar o dia
Em que tentou ter demais
Vendendo fácil
O que não tinha preço...

sábado, 1 de março de 2008

O pior é não poder dizer que foi uma decepção.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

...To walk within the lines
Would make my life so boring
I want to know that I have been to the extreme...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Porque tolice é não viver a vida assim...

Como bem disse Amyr Klink, um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver. E eu acabei de chegar de uma viagem realmente maravilhosa. Minha grande meta desse ano, conhecer o paraíso chamado Fernando de Noronha, foi realizado de uma forma tão incrível que nem mesmo estava nos meus sonhos. Tudo começou com uma viagem de carro até Natal para reencontrar os amigos e assitir o show do bloquinho adorado. Uma experiência muito legal e, surpreendentemente, nada cansativa. No dia seguinte, uma passada por Recife e, enfim, fomos para Porto de Galinhas. Mar calmo, travessias a nado, alguns cavalos-marinhos. Um belo lugar. Voltamos a Recife para deixar alguns amigos que precisavam voltar para casa e seguimos viagem até onde o cansaço deixou: João Pessoa. No dia seguinte, "sequelamos", acordamos tarde e perdemos o passeio de barco. Restou-nos apenas passear um pouco pela cidade e terminar o dia com chopp e umas partidas de boliche. Valeu a pena. Sempre vale. Próximo destino: Pipa. Lindo, lindo, lindo... Tivemos apenas um dia por lá, por isso quero voltar logo que possível. Ficamos um bom tempo na Praia do Amor mas a mais bela para mim é a Praia do Madero. À noite, ainda encontramos a amiga carioca com seus pais adoráveis que nos reconheceram, assim, de bobeira na rua, pelas fotos. Achei isso incrível. Dormimos em Natal na casa de uns parentes, pessoas simples, hospitaleiras e que adorei conhecer. Na manhã seguinte, o tão sonhado vôo até Fernando de Noronha. Não conseguiria descrever a emoção que senti ao sobrevoar a ilha pouco antes do pouso. Foram cinco dias por lá. Maravilhosos e inesquecíveis dias que merecem uma postagem exclusiva aqui no blog. Vi tanta coisa linda. Há quem diga que existem lugares mais bonitos. Mas acho que cada lugar tem sua beleza incomparável. E o que eu quero é conhecer todos eles. Bom, mas continuando o roteiro, voltamos a Natal, jantamos com os amigos e partimos de volta para Fortaleza, não sem antes ficar um dia em Canoa Quebrada, fazer o passeio de buggy, brincar na tirolesa e no esquibunda, ou seja, realmente conhecer Canoa já que na outra vez conhecemos apenas a noite daquela terra. Em Fortal, terminamos a grande aventura com uma bela pizza e uma visitinha para conhecer o apartamentinho novo. Meu cantinho lindo. Hoje, a volta a realidade e o começo da idealização da próxima aventura. Que seja em breve!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

"Rabada é pesada por causa do osso"

Eta, eta, eta... isso é BBB. Assisto não!
(…) e essa coragem de comprometer-se sem necessidade.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

visitar o paraíso... sem ter medo da saudade, sem vontade de casar.

Que privilégio!!!

Rolando uma verdadeira aula de história na ilha de tonga...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Bloco da solidão

Angústia, solidão
Um triste adeus em cada mão
Lá vai meu bloco vai
Só desse jeito é que ele sai
Na frente sigo eu
Levo o estandarte de um amor
Do amor que se perdeu num carnaval
Lá vai o bloco e lá vou eu também
Mais uma vez sem ter ninguém
No sábado, domingo, segunda
E terça-feira...
E quarta-feira vem o ano inteiro
É sempre assim...
Por isso quando eu passar
Batam palmas pra mim

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

- Mestre, como faço para me tornar um sábio?
- Boas escolhas.
- Mas, como fazer boas escolhas?
- Experiência.
- E como adquirir experiência, mestre?
- Más escolhas.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

como dizia Almir Rouche na "Evocação número 1":


"adeus, adeus minha gente que já cantamos bastante..."


mas ainda nao... breve pausa e próximo fim de semana estou partindo pra mais um "apoteótico desfile parado" do tal bloquinho com direito a conhecer o paraíso na sequência.

vamos que vamos!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

ainda há quem diga que eu estou precisando beber mais.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

As cinzas

Hoje estou mais romântica e mulherzinha que nunca. Então nem vou escrever muito. Estou naqueles dias em que uma frase seria capaz de me fazer ficar aqui de vez. Ainda bem que não sou a única covarde. Acho que é esse clima de frio e chuva que está aqui na cidade maravilhosa. Ou a nostalgia natural da quarta-feira de cinzas. Carnaval foi mais tranquilo que os anos anteriores mas muito bom. Pouca praia porque São Pedro não ajudou. Mas teve muito bloquinho e o tal camarote da Brahma. Hummm... Imaginem! Bom, mas meu carnaval ainda não acabou. Tenho ainda alguns dias aqui. Ainda se ouve cantar canções e as pessoas ainda passam brincando felizes. No coração, saudades sim mas cinzas não.

Tentando me convencer

Eu não sou da sua rua
Eu não sou o seu vizinho
Eu moro muito longe, sozinho
Estou aqui de passagem
Eu não sou da sua rua
Eu não falo a sua lingua
Minha vida é diferente da sua
Estou aqui de passagem
Esse mundo não é meu
Esse mundo não é seu

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Eu quero é todo mundo neste carnaval

Chegou, finalmente, a hora de voltar à Cidade Maravilhosa. Amigos, batucadas, praia e alegria. Blocos e mais blocos, beijos e mais beijos... Ah, o Rio de Janeiro! Ah, o carnaval!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Alô, fevereiro!

Tamborim avisou, cuidado
Violão respondeu, me espera
Cavaquinho atacou, dobrado
Quando o apito chegou, já era
Veio o surdo e bateu, tão forte
Que a cuíca gemeu, de medo
E o pandeiro dançou, que sorte
Fazer samba não é brinquedo
Todo mês de fevereiro, morena
Carnaval te espera
Querem te botar feitiço, morena
Mas também pudera
Se ele pega no teu corpo
Vai ter gente enlouquecida
Querendo entender a tua dança
Querendo saber da tua vida

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Eu entendi. E você?

Chico, cabra errado e bonequeiro, já melado depois de traçar um burrinho e duas meiotas, vinha penso, cambaleando, arrodiando o pé de pau , quando deu um trupicão que arrancou o chaboque do dedo.
- Diabeísso!
- Vai, cú de cana! - mangou a mundiça que estava perto.
- Aí dentro! - disse Chico.
Chico estava ariado desde ontonti, quando o gato-réi que ele acunhava lá na baxa da égua, bateu fofo com ele pra ir engabelar um galalau estribado da Aldeota.
- É o que dá pelejar com canelau, catiroba, fulerage - pensava ele
- Ganhei um chapéu de touro, mas não tem Zé não, aquela marmota tá mesmo só o buraco e a catinga. Dá é gastura.
Chegando em casa se empriquitou de vez e rebolou no mato todas as catrevage da letreca: uma alpercata, um gigolete amarelo queimado e uns pé de planta que ela tinha trazido enquanto iam se amancebar. Depois se empanzinou de sarrabui e panelada e foi dormir pensando nas comédias.

Não quero perguntar

Pode-se sempre perguntar e sempre continuar sem resposta. Será que consigo me entregar ao expectante silêncio que se segue a uma pergunta sem resposta? Embora adivinhe que em algum lugar ou em algum tempo existe a grande resposta para mim.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Crescer, sumir, partir, chegar
Revirar e se descobrir
Se elaborar, se transformar...

Me diz como fugir do que levamos por dentro

Quando
Você irá cair
Em si?

Nós somos a soma das nossas decisões.

Allen. Não, eu não... o Woody!
Devia ter uma lei proibindo essas promoções de vodka dupla com red bull. Estraga a festa "duzôto" e ainda faz a gente acordar com tendências suicidas.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

* a caixa de pandora

quando digo que agora
te amo pra sempre
espero que entenda:
agora pode ser pra sempre
o sentimento momento
pode se descobrir eterno

só
depende de
nós
e há
nós
(h)a-penas
nas coisas enlinhadas
demais complicadas
nas coisas pequenas

mas nós
nósomosimplesmente nós
atados
em-laçados
com laço forte
mas sem engodo

é voluntário
movido pelo músculo
ma(i)s involuntário
o que sinto

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Foi mal aí!

Eu faço parte do set list.

Era uma vez...

...uma menina que falava com o rio e com o sol, que ria e rodopiava encantada com o brilho das idéias e os salpicos da água dum lago. Essa menina era como as outras meninas, mas ria e rodopiava encantada com o brilho das idéias e os salpicos da água dum lago, rodopiava até cair de cansada. Caía, mas nada lhe doía, nem o peito, nem o riso e por entre as flores recuperava o fôlego e a energia.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Você conta por aí
Da nossa felicidade
Mas nem todos podem ouvir

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Onde já se viu o mar apaixonado por uma menina?
Quem já conseguiu dominar o amor?
Por que é que o mar não se apaixona por uma lagoa?
Porque a gente nunca sabe de quem vai gostar

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Quer saber de uma coisa?

Tudo pode ser bom, ruim e principalmente, assim assim... tudo ao mesmo tempo ou não, e não necessariamente nessa ordem... Da lembrança à correria, o medo, o medo. Medo é bom. Ruim é o medo de ter medo. É bom sentir saudade. Ruim é não ter saudade. É bom sonhar. Realizar não é tão bom, mas ruim mesmo é não realizar. O fim de um grande amor é muito, muito ruim. Um grande amor não tem fim... Bom é amar. Ruim é amar. Bom é encarar a vida com fantasia. Morrer não deve ser tão ruim assim. E pode ser bom falar sobre bom e ruim. Como pode ser pior, assim assim... bom...
Desculpa é uma frase que pretende ser um beijo.

domingo, 20 de janeiro de 2008

"muita gente com fraqueza de feições"

Essa figura é uma figuraça... E ainda me acaba com o tal blog. Pode? Vou criar um por ela só com as pérolas que ela me manda. E não são poucas. Vai bombar!

De ontem em diante

De ontem em diante serei o que sou no instante agora
Onde ontem, hoje e amanhã são a mesma coisa
Sem a idéia ilusória de que o dia, a noite e a madrugada são coisas distintas
Separadas pelo canto de um galo velho
Eu apóstolo contigo que não sabes do evangelho
Do versículo e da profecia
Quem surgiu primeiro?
O antes, o outrora, a noite ou o dia?
Minha vida inteira é meu dia inteiro
Meus dilúvios imaginários ainda faço no chuveiro
Minha mochila de lanches?
É minha marmita requentada em banho Maria
Minha mamadeira de leite em pó?
É cerveja gelada na padaria
Meu banho no tanque?
É lavar carro com mangueira
E se antes, bem antes, um pedaço de maçã
Hoje quero a fruta inteira
E da fruta tiro a polpa... da puta tiro a roupa
Da luta não me retiro
Me atiro do alto e que me atirem no peito
Da luta não me retiro...

Todo dia de manhã é nostalgia das besteiras, das besteiras e das besteiras que fizemos ontem

sábado, 19 de janeiro de 2008

uebaaaaaaaaaaaaa...

Ai, ai, ai, ai ... Tá chegando a hora!!! O carnaval está em cima. Graças a Momo!!! E minha festa já está garantida. Graças a mega-promo da TAM!!!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Ainda não

sabe, é que eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e, se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende?

(ouvindo lulu)

te querer, te ganhar, te perder.

mas não tem vacilo nem engano que estrague nosso plano
isto é, se for, aquilo que chamam amor.
acertar os erros?
reinventar?
virar a página?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Chove chuva sem parar...

Eu perco o sono e choro, sei que quase desespero mas não sei porque. A noite é muito longa e eu sou capaz de certas coisas que eu não quis fazer. Será que alguma coisa nisso tudo faz sentido? A vida é sempre um risco, eu tenho medo do perigo. Lágrimas e chuva molham o vidro da janela mas ninguém me vê. O mundo é muito injusto. Eu dou plantão dos meus problemas que eu quero esquecer. Será que existe alguém ou algum motivo importante que justifique a vida ou pelo menos esse instante. Eu vou contando as horas e fico ouvindo passos. Quem sabe o fim da história de mil e uma noites de suspense no meu quarto?

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Aniversário, feliz que só!

As comemorações começaram na véspera com a chegada dos amigos batuqueiros. O dia começou lindo, enjoado, sonolento, dengoso. Parte da dívida de beijos e abraços paga, o Mucuripe nos esperava. Show do "bloquinho" marcado para o dia 12 mas claro que só começou no dia 13, o meu dia. E a festa foi especial. Ganhei vários parabéns do Pedro Luís durante o show. Muito legal. Tudo bem que só consegui ouvir o primeiro. As outras vezes foram os amigos que me contaram. Isso porque me aparece o Kaco e diz que o bar estava por conta dele. Ai, ai... maluco! Fiquei "soltinha" como disse um amigo meu. Teve até presente surpresa da Marizinha que, de longe, deu um jeitinho da camisa do Vascão chegar aqui. Gostei tanto que vesti na hora. Dia claro, café-da-manhã no hotel, boas risadas, mais presentinhos. Mais tarde, depois de umas horinhas de sono, a ressaca tentou dar um golpe mas fugiu diante da minha felicidade. E o dia terminou com entardecer na praia e pizza com a mão. Preciso de mais?
Uma noite apaixonou-se, dias depois foi encontrado morto, engasgado com um EU TE AMO na garganta.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Metâmeros

Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana. Um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada "impulso vital". Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás, pensando algo assim como "sempre" ou "nunca". Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicídio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim – nós, não. Contidamente, continuamos. E substituímos expressões fatais como "não resistirei" por outras mansas, como "sei que vai passar"...

sábado, 12 de janeiro de 2008

É hoje o dia da alegria e a tristeza nem pode pensar em chegar!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Entre a dor e o nada, o que você escolhe?

Deixo tudo assim
não me importo em ver
a idade em mim
ouço o que convém
eu gosto é do gasto.

Sei do incômodo
e ela tem razão
quando vem dizer
que eu preciso sim
de todo o cuidado.

E se eu fosse o primeiro
a voltar pra mudar
o que eu fiz
quem então agora eu seria?

Ahhhh, tanto faz
e o que não foi nao é
eu sei que ainda vou voltar
mas eu quem será?

Deixo tudo assim
nao me acanho em ver
vaidade em mim
eu digo o que condiz
eu gosto é do estrago

Sei do escândalo
e eles têm razão
quando vem dizer
que eu não sei medir
nem tempo e nem medo

E se eu for o primeiro
a prever e poder
desistir do que for dar errado

Ahhhh, ora se não sou eu
quem mais vai decidir
o que é bom pra mim?
dispenso a previsão

Ahhhh, se o que eu sou
é tambem o que eu escolhi ser
aceito a condição

Vou levando assim
que o acaso é amigo
do meu coração
quando falo comigo
quando eu sei ouvir!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Esta é a vida!

A vida obtusa, que nos encanta, lenta que parece um século, breve que parece uma hora. Uma agitação alternada entre paraíso e inferno que não se aquieta mais.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

O anjo (mais novo)

Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar

Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar

Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar

Vida amarga, como é doce a dor da palavra dita de tão longe...

No teu mundo, sou criança novamente
Não tem sombra nem assombração

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Continuando aquele papinho...

Perguntar é mais difícil porque temos que estar preparados para escutar a resposta.

Gostar

Forma covarde de dizer que amamos.

sábado, 29 de dezembro de 2007

2007 adeus, 2008 à Deus

quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.
quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma.
quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim.


Vou sumir por um tempo mas prometo voltar bombando. Estou voltando para a Cidade Maravilhosa. Serão 9 dias frenéticos. Muitas programações e muito Monobloco aê. Rave vai perder feio! O ano que se apresenta promete ser muito feliz mas se for pelo menos igual a 2007, já será maravilhoso. Tenho muito a agradecer por esse ano que se vai. Até mesmo os momentos de dificuldade serviram para levar ao crescimento e à superação. Conheci muitos lugares, ganhei vários grandes amigos. Ano de felizes reencontros também. Foi ainda o ano de nascimento deste blog, que tem sido meu grande refúgio. Afinal, como bem disse o gênio Mário Quintana, se um poeta consegue expressar a sua infelicidade com toda a felicidade, como é que poderá ser infeliz? Bom, ia desejar a todos que 2008 seja de muita felicidade, batuque, aventura, boas risadas e amizades sinceras. Mas é irrelevante desejar isso tudo pois, como disse um (des)conhecido meu, vai rolar, quer queiramos ou não. Com saúde tudo rola. Então resta-me desejar muita saúde a todos.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Tô voltando!

Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto. Eu tô voltando! Põe meia dúzia de Brahma pra gelar, muda a roupa de cama. Eu tô voltando! Leva o chinelo pra sala de jantar que é lá mesmo que a mala eu vou largar. Quero te abraçar, pode se perfumar porque eu tô voltando. Dá uma geral, faz um bom defumador, enche a casa de flor que eu tô voltando. Pega uma praia, aproveita, tá calor, vai pegando uma cor que eu tô voltando. Faz um cabelo bonito pra eu notar que eu só quero mesmo é despentear. Quero te agarrar... pode se preparar porque eu tô voltando. Põe pra tocar na vitrola aquele som, estréia uma camisola. Eu tô voltando! Dá folga pra empregada, manda a criançada pra casa da avó que eu tô voltando. Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar, telefone não deixa nem tocar... Quero lá... lá... lá... ia... porque eu tô voltando!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Diga que há uma coisa mais constrangedora, por favor!

Acho que essa independência e essa modernidade me estragaram. Esse negócio de apresentar o povo em casa está me tirando o sono. Talvez o problema seja eu. Uma coisa tão simples, mas eu cismo em tornar isso difícil. Também, eu fico constrangida por qualquer coisa, né? Ah, mas não é descaso não. Eu só acho que essas coisas não precisam de formalidades. Eu prefiro agir naturalmente, deixar as coisas acontecerem, a galera se esbarrar por aí. Vez por outra falo do assunto como se todos já soubessem. Assim fica mais fácil. Minha mãe também não ajuda, né? Não me pergunta nada. Aí eu teria que puxar o assunto e isso é muito difícil. Ai, ai... Calma, eu vou conseguir. Ainda tenho tempo.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Sonho parece verdade
Quando a gente esquece de acordar
E o dia parece metade
Quando a gente acorda e esquece de levantar

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Então, é Natal!

Feliz...

Planos para 2008

- Voltar a malhar
- Conhecer Fernando de Noronha
- Fazer ouvido de mercador quando alguém disser: nunca mude

Prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.

domingo, 23 de dezembro de 2007

Medo e desejo, silêncio e som. Tem certas coisas que eu não sei dizer... E digo.

sábado, 22 de dezembro de 2007


Sem palavras

Eu sei que nada tenho a dizer,
Mas acabei dizendo sem querer
Palavra bandida!
Sempre arruma um jeito de escapar

Seria tudo muito melhor
Se a música falasse por si só
Dá raiva da vida
Nada existe sem classificar

Penso, tento
Achar palavras pro meu sentimento
Tanto é pouco, nada diz
Não é triste, nem feliz

Mesmo sendo
Um pranto, um choro ou qualquer lamento
Nada importa, tanto faz
Se é pra sempre ou nunca mais

Pensei em mil palavras, e enfim
Nenhuma das palavras coube em mim
Não vejo saída
Como vou dizer sem me calar?

Diria mudo tudo o que faz
Minha vida andar de frente para trás
Uma frase perdida
Num discurso feito de olhar

Não é meigo, nem é lindo
Não é raso, não é pouco, nem é tudo
Não é fato, nem é mito
Não é raro, não é oco, nem é nulo
Não é isso, não é outro
Não é chato, não é mito, naõ é chulo
Não, não, não, não

Eu sei que nada tenho a dizer
Pensei em mil palavras, e enfim
Seria tudo muito melhor
Pensei
Seria
Se um dia alguém puder me entender

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Já não me preocupo se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê
E eu sei que você sabe quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você
E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Durante o dia a gente tenta
Com sorrisos disfarçar
Alguma coisa que na alma
Conseguimos sufocar

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Tempos modernos...

... os anjos anunciam a boa nova pelo orkut.

Com torcicolo

Acordei com um torcicolo pavoroso. Tudo indica que a culpa foi da falta de mensagens de madrugada. Acho que não estou acostumada a dormi uma noite inteira sem ouvir o barulhinho do telefone. E o resultado é que já começo o dia toda empenada. Podem bem imaginar a situação. Justo hoje que o trabalho está frenético, eu aqui, de pescoço duro, parecendo um robô. Quando viro para olhar alguma coisa, todo o corpo tem que acompanhar. Uma beleza!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007


Tento pensar que meus 26 anos não deveriam mesmo suportar todo esse peso nas costas. Mas quando vejo as lágrimas nos olhos de minha mãe, sinto-me a mais egoísta de todas as criaturas. Abandonou-me aquela força aparente deixando a terrível escolha em minhas mãos. Hoje sinto que as minhas certezas agora não passam de dúvidas. Estou perdida...

Eu tive um sonho ruim e acordei chorando

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Dia do papoco

Hoje eu tô apurrinhada, destrambelhada, com abuso de tudo, de lundum... Já chegando no trabalho lembrei do celular. Volto em casa pra pegar. Entro em casa tão aperreada que nem vi a pequena correr pra me dar um beijo. A bichinha passou reto. "Oh tia Ranna, meu beijo..." Fiquei com dó. Minha tia pede uma carona. "Avia que eu tô avexada." Ainda pego o girador errado. Abestada! Fui ligar o computador, que já estava bem pebinha, e deu aquele papoco. "Oxe! O que foi que eu fiz? O bicho é que é fulero." Fui baixar pra desligar os fios e taquei o quengo na quina da mesa. Ainda vêm cabôco frescar com minha cara, querendo dar pitaco. "Sai de mim que eu tô facin de arengar e mandar neguin pra China." O dia hoje vai ser longo. Tô lascada! Agora vou ali dar uma espiada no carro que não fui com a cara do pivas que ficou pastorando.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Na redinha...

pensando em como ficamos dengosos e carentes quando doentes. pensando em como meu amigo teve a coragem que me falta de largar tudo e ir morar no rio. pensando em como foi bom o showzinho de ontem. pensando em como foram legais os reencontros de ontem e de hoje. pensando em como meu coração está tranquilo ultimamente. pensando em como é maravilhosa a reciprocidade.
Prefiro ser feliz, embora louco, do que viver infeliz em são conformismo.

sábado, 15 de dezembro de 2007

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Difícil ser imóvel quando se pensa em asas o dia inteiro.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Setembro passou
Outubro e novembro
Já tamo em dezembro
Meu Deus, que é de nós,
Meu Deus, meu Deus...

E eu ainda estou esperando uma promoção. Meu Deus, meu Deus...

Dia do Forró!!!

Bem que esta noite eu vi gente chegando
Eu vi sapo saltitando
E ao longe ouvi o ronco alegre do trovão
Alguma coisa forte pra valer
Estava para acontecer na região
Quando o galo cantou
Que o dia raiou eu imaginei
É que hoje é treze de dezembro e a treze de dezembro
Nasceu nosso rei
O nosso rei do baião
A maior voz do sertão
Filho do sonho de D. Sebastião
Como fruto do matrimônio
Do cometa Januário
Com a estrela Santana
Ao nascer da era do Aquário
No cenário rico das terras de Exu
O mensageiro nu dos orixás
É desse treze de dezembro
Que eu me lembrarei e sei que não me esquecerei jamais

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Sobra tanta falta

Falta tanta coisa na minha janela
Como uma praia
Falta tanta coisa na memória
Como o rosto dela
Falta tanto tempo no relógio
Quanto uma semana
Sobra tanta falta de paciência
Que me desespero
Sobram tantas meias-verdades
Que guardo pra mim mesmo
Sobram tantos medos
Que nem me protejo mais
Sobra tanto espaço
Dentro do abraço
Falta tanta coisa pra dizer
Que nunca consigo

Sei lá,
Se o que me deu foi dado
Sei lá,
Se o que me deu já é meu
Sei lá,
Se o que me deu foi dado ou se é seu

Sei lá... sei lá... sei lá....

Vai saber,
Se o que me deu , quem sabe?
Vai saber,
Quem souber me salve
Vai saber,
O que me deu, quem sabe?
Vai saber,
Quem souber me salve...

Para os manos daqui... para os manos de lá!

Tem hora que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Carne e Osso

A alegria do pecado às vezes toma conta de mim. E é tão bom não ser divina. Me cobrir de humanidade me fascina e me aproxima do céu... Pois perfeição demais me agita os instintos. Quem se diz muito perfeito na certa encontrou um jeito insosso pra não ser de carne e osso, pra não ser carne e osso!Nã nã nã nã nã nã nã...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Dia do Palhaço!!!


Em minha direção,
vieram os barulhentos palhaços
roupas largas, sapatos sortidos,
prontos para receber meu abraço,
em saltos e piruetas, com olhar perdido!
Vieram ao meu encontro, que fantasia!
me senti pequena, quanta alegria!
Pingolé de enorme nariz colorido,
alguém segura minha mão?
Há tanta gente, que multidão!
Uma alegria contagiante
invade meu palpitante coração,
com este sonho me torno
uma gigante, valente,
em meu rosto um sorriso estonteante
sigo feliz meu caminho,
imagino em meu futuro distante,
estes lindos palhaços
em meus sonhos delirantes!

Nêga Marrenta

Tô saindo com uma nêga, ela é marrenta e brava.
Mora no alto do morro e o barraco dorme sem trava.
Se ela quer ir pro samba, ela mesmo se enfeita.
E vai subindo a ladeira, requebrando: o comentário é geral.
Sabe que essa nêga valente andava na minha cola?
Chamava, queria, ligava e eu nem dava bola.
Hoje ela não entra em fila e nem dá mole à toa.
Mudou de vida, se deu bem no trabalho, a nêga é sensacional!
Ô nêga! Anda mexendo com meu coração.
Quando ela chega, já vai mudando a situação.
Ela me esquenta, ela é marrenta...
E depois do trampo, a nêga não se rende ao cansaço.
Se tem sinistro lá na esquina, ela modera o passo.
Para descolar uma grana, não agulha ninguém.
É livre, inteligente e o seu salário é mil e cem.
Ô nêga! Vai me emprestando um pra eu me virar.
Ô nêga! O bicho pega, vamos se juntar.
E ela nega, ela é marrenta...
Às vezes te odeio por quase um segundo.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que percebi
Como te quero tanto
Escrevi um texto enorme com o título "Paranóia Orkutiana". Na hora de publicar deu erro e o texto sumiu. Mas deu pra sentir que ia ser outra polêmica. Então, talvez, tenha sido melhor assim.
"...uma vida não basta apenas ser vivida, também precisa ser sonhada..."

Mário Quintana

Esse cabra só pode ter sido frequentador do Sana. Assim, até eu...

sábado, 8 de dezembro de 2007

Estudando, estudando... Aí, vez por outra, aquela paradinha pra ver quem está na net, comer um Bis, dar uma olhadinha na TV. Vontade de escrever aqueles textos enormes no bloguinho, respostas indiretas-mais-que-diretas, coisas do tipo. Mas os dias estão ótimos. E as palavras me faltam mesmo. Depois me lembrei que quando eu fico sem saber o que escrever é porque está tudo bem. Então… tudo bem!

gudi bái!
- Escuta aqui! Por que você tapa o nariz enquanto bebe?
- É que o cheiro da pinga me dá água na boca... e eu gosto dela é pura!

Todo mundo é lobo por dentro

Você me disse que eu sou petulante, né?
Acho que sou sim, viu?
Como a água que desce a cachoeira
e não pergunta se pode passar.
Você me disse que o meu olho é duro como faca.
Acho que é sim, viu?
Como é duro o tronco da mangueira
onde você precisa encostar.
Você me disse que eu destruo sempre
a sua mais romântica ilusão
e que destruo sempre com a minha palavra
o que me incomodou.
Acho que é sim.
Como fere e faz barulho o bicho
que se machucou, viu?
Como fere e faz barulho o bicho
que se machucou.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Tanto tempo que o trabalho estava calminho, sem grandes emoções. Mas justamente no dia em que decido ir toda mulherzinha, uns índios inventam de arranjar confusão. Ninguém disponível no setor, não tive como escapar. Tinha tirado o material do carro antes do final de semana. Consegui uma blusa mas sapato não teve jeito. E lá fui eu toda operacional com aquele sapatinho bico fino e de salto. Ai, ninguém merece. Pior foi a caminhada de uns 20 minutos no meio do mato, terreno acidentado, no escuro e eu tentando me equilibrar. Ainda bem que ninguém levou máquina fotográfica porque dessa cena não quero registros. Agora vou voltar a ir toda mulambo e não quero ver ninguém reclamar.
De você sei quase nada. Pra onde vai ou por que veio? Nem mesmo sei qual é a parte da tua estrada no meu caminho. Será um atalho ou um desvio? Um rio raso, um passo em falso, um prato fundo pra toda fome que há no mundo?

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Cá estou carente (e doente!)
Manda novamente algum cheirinho de alecrim

Será que foi o camarão?

Madugada. Dor. Muita dor. Hospital. Buscopan na veia. Poucas horas de sono. Trabalho. Mal-estar. Dia que vai ser longo...
Felicidade foi embora e a saudade no meu peito voltou a morar

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo conduzia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!

domingo, 2 de dezembro de 2007

O seu sorriso lindo, indefinido
Suas mãos tão quentes atravessando o meu vestido
Palavras que falávamos simultaneamente
No meu ouvido o seu discurso indecente

DeVerCidade

Lembrando que a noite ontem foi de farrinha boa, de reencontros, de amigos, de exposição de fotografias, de Lula Queiroga e de caipirinha de maracujá.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Contagem regressiva

Sentei em frente ao computador achando que escreveria um livro de tanta coisa que gostaria de estar dizendo agora. Mas as palavras estão esbarrando na minha ansiedade. O dia será ainda mais longo. Exatamente 24 horas. Amanhã, finalmente, a saudade vai partir e eu vou esquecer o tempo.

Tipos a serem evitados em 2008

- jornalistas
- pessoas "com projeto"
- "já está terminado mas sabe como é, né?"

ah, Vapá!

Ontem foi dia de monólogo no MSN

Vamos viver no Nordeste, Anarina. Deixarei aqui meus amigos, meus livros, minhas riquezas, minha vergonha. Deixarás aqui tua filha, tua avó, teu marido, teu amante. Aqui faz muito calor. No Nordeste faz calor também. Mas lá tem brisa. Vamos viver de brisa, Anarina.
Fortaleza/CE - Minha cidade maravilhosa!