Em um certo momento, não sei porquê, não sei como... Foi assim. Eu sentia mas quis me enganar. Eu precisava acreditar.
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Na manhã seguinte tudo havia mudado. As mensagens lindas e apaixonadas de outrora substituídas por aquela simples palavra... curta, fria. Depois dos violinos emocionados do início, a vida cotidiana acaba te transformando em um refém. Queria aceitar que a sujeira do cotidiano faz parte do amor. (In)felizmente eu não consigo.
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Medo! Está chegando a hora de partir novamente. É partindo para longe que poderemos saber se estamos próximos.
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Mas que confusão é essa do amor? Como é que enlouquecemos assim? Quando estamos sozinhos nos perguntamos: será que eu vou encontrar alguém? Quando encontramos: será que este é o tal? Será que me ama de verdade? Será que me ama tanto quanto amo? Será que podemos amar várias pessoas na vida? Podemos reparar as coisas quando erramos? Todas essas perguntas bobas que fazemos o tempo todo. No entanto, não posso dizer que não sei de nada... O amor, o amor, o amor!
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Como bonecas russas... Ás vezes, desespero-me para saber quem será a última. Mas sei que temos que abrí-las uma a uma, até encontrar aquela, a pequenininha, escondida por trás de todas as outras. Não podemos tê-la de imediato. Temos um caminho a seguir.
Hello world!
Há 7 meses
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