terça-feira, 30 de outubro de 2007

Agora o que vamos fazer? Eu também não sei. Afinal... Estou aprendendo também.

Quando criei esse blog, a idéia é que ele falasse sobre os dias bons, os dias ruins e todos os outros. Mas tenho percebido que escrever sobre a tristeza vai tão fundo na alma que se tornou recurso recorrente das palavras fáceis. Minha inspiração é quase sempre aquela que leva a um verso triste. Por isso tem sido tão difícil escrever ultimamente. Meu espírito está livre, meu coração radiante... Minha vontade tem sido meu guia, meus sonhos minha bússula, os amigos meu ancoradouro. Algumas pessoas passam a vida toda correndo insanamente atrás da felicidade, enquanto outros a criam. Nos últimos dias, a felicidade está em mim. Minha natureza é assim: sorrir, caminhar, sonhar, viver... Tem sido assim cada dia mais. Mas meu silêncio é um silêncio que fala. Quantas coisas têm sido ditas na quietude. Sei que os ouvidos especiais me entendem e voam comigo. Quantas palavras bate o coração? Há palavras no coração. Também letras e sons. Nem sempre silêncio é falta. Se observamos a natureza a nossa volta, muita coisa está em silêncio profundo e imutável. Mas fala! Fala do amor, fala da vida... O silêncio é musica no momento certo.

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