sábado, 22 de setembro de 2007

Pra começar!

Hoje deveria ser um dia de muito estudo. Próxima semana terei prova todos os dias e até 2 provas em um mesmo dia. Mas outra vez não consegui me dedicar aos livros. Desde que voltei do Rio no começo de agosto, e até mesmo lá, tenho me dedicado muito mais a boemia. E de repente, de bobeira na internet, meu grande vício, senti uma enorme vontade de ter um espaço como esse para escrever minhas besteiras. Melhor que ficar navegando sem rumo, futricando o orkut dos outros.

Bom, mas pra começar, vou explicar o título deste blogger. É por causa da música Senhorita de Zé Geraldo . Quem não conhece, tente ouvir.

Minha meiga senhorita
eu nunca pude lhe dizer
Você jamais me perguntou
de onde eu venho e pra onde vou
De onde eu venho não importa,
já passou
O que importa é saber
pra onde vou

Minha meiga senhorita
o que eu tenho é quase nada
Mas tenho o sol como amigo
Traz o que é seu
e vem morar comigo
Uma palhoça no canto da serra
será nosso abrigo
Traz o que é seu
e vem correndo, vem morar comigo

Aqui é pequeno
mas dá pra nós dois
E se for preciso
a gente aumenta depois
Tem um violão que
é pra noites de lua
Tem uma varanda
que é minha e que é sua

Vem morar comigo
meiga senhorita
Vem morar comigo
Doce e meiga senhorita
Vem morar comigo

Bom, talvez uma única pessoa entenda realmente o que essa música significa pra mim. Mas o que tenho a dizer aos demais amigos é que essa música marcou a minha grande saída do casulo. Foi em 2004, durante e depois de uma certa Academia. Quando a borboleta sai da pupa, já é um inseto adulto. Não crescerá mais nem passará por outras renovações de pele. Pode levar um tempo do momento em que sai do casulo até que possa realizar seu primeiro vôo. Ao sair do casulo, suas asas estão totalmente encolhidas. Vão expandindo-se aos poucos, pela pressão da hemolinfa (o "sangue" dos insetos) e pelos movimentos musculares, num processo que dura também algum tempo. Durante esse processo, a borboleta precisa seguir certas regras para que as asas se abram com perfeição. Quando vemos uma borboleta com as asas estendidas ao máximo, é difícil acreditar que coubesse no espaço tão exíguo de um casulo.

2 comentários:

Léo Piaba disse...

Oi Ranninha. Eu acho que conheço essa música... rsrsrsrsrs
blogando é? adorei o título do blog... rsrsrsrsrs

bjus baixinha

Meiga Senhorita disse...

E sabe do que estou falando... Bjos!!!